Icann aprova adoção de novos domínios na internet

da Reuters, em Paris

A Icann, organização mundial que administra os endereços de internet, aprovou nesta quinta-feira (26), durante sua conferencia anual em Paris, a flexibilização dos domínios de internet. De acordo com a novas regras, domínios como “.love”, “.paris” ou até sobrenomes passam a ser válidos.

A medida autoriza também registros em outros alfabetos como asiáticos e arábico.

A Icann confirmou que mudanças técnicas para a implementação do domínios ainda precisam ser feitas, porém garantiu que os primeiros registros devem estar disponíveis em alguns meses. Esses novos domínios teriam de ser aprovados previamente pela instituição. Os custos estimados para a troca do sistema devem superar os US$ 100 mil.

Empresas com domínios já estabelecidos também poderão trocar seus endereços. Neste caso, um endereço como Apple.com pode passar a ser Apple.mac, caso o grupo ache interessante.

“Isto irá fazer uma grande diferença no modo como a Internet aparenta e funciona”, disse Peter Thrush, presidente do conselho da organização.

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Como escolher que sistema operacional usar no servidor da sua empresa

A empresa que está buscando atualizar seu servidor ou comprar um novo para ampliar a capacidade da rede muito provavelmente opte por manter a mesma plataforma operacional que já está instalada. Isso irá facilitar a migração.

Entretanto, a empresa que está em busca do primeiro servidor, tem pela frente uma tarefa mais complexa e que envolve combinar, da melhor forma possível, o software e hardware mais adequados às necessidades e, principalmente, ao seu orçamento.

O fato de os PCs da rede rodarem Windows não quer dizer que o servidor precisa adotar também a plataforma da Microsoft.

Se a análise apontar para o Linux, não se preocupe: ele opera muito bem com estações clientes (como são chamadas cada uma das máquinas que os usuários da rede vão usar) que tenham Windows instalado. Um servidor Linux tem a vantagem de, no curto prazo, apresentar m custo operacional mais baixo.

Mesmo que haja PCs rodando Windows na rede, o servidor pode ser um Linux. Ele também aceita estações clientes rodando o sistema operacional da Microsoft e tende a ser mais barato (em curto prazo).

É possível rodar um servidor básico usando recursos nativos do Windows XP ou Vista para compartilhar arquivos e impressoras. Esta solução não contempla segurança rígida ou desempenho de alto nível, mas é valida. Mas é a mais barata para pequenas empresas porque não tem custo adicional por usuário e é fácil de gerenciar.

Mas é importante lembrar que o Vista e XP têm limitações de, no máximo, dez conexões simultâneas, o que pode vir a se transformar em um sério obstáculo. Transformar um PC velho em um servidor de trabalho para imagens, em um departamento, por exemplo, também pode ser feito.Servidores

De forma similar, é possível colocar uma máquina Mac OS X simples para funcionar como um servidor de arquivos ou de impressão para pequenas redes híbridas de PCs e Macs.

O sistema operacional da Apple funciona melhor como suporte de plataforma híbrida do que o Windows. Mas se tiver que rodar aplicativos de PC no servidor, como o banco de dados Microsoft SQL, terá que permanecer com o Windows.

Como escolher
Se seu negócio tem um número maior de funcionários, você deve utilizar um sistema operacional de servidor. Há opções para diversos tamanhos de empresa, como o Windows Small Business Server 2003 R2, que tem duas edições – o Standard e o Premium.

Ambas vêm com compartilhamento de arquivos, servidor de impressão, aplicativos, firewall, Microsoft Exchange Server para e-mail e serviços SharePoint para criação de um ambiente de colaboração e compartilhamento de informações na empresa.

A versão Premium adiciona o MS SQL Server 2005, para gerenciamento de banco de dados; Office FrontPage 2003, para desenvolvimento de web; e do Internet and Security Acceleration Server 2004 (ISA Server), para segurança, monitoramento e gerenciamento do acesso à internet.

As duas edições são capazes de atender no máximo 75 estações de trabalho. Cinco licenças de usuários vêm com o software do servidor. Aqui vai uma dica: comprar de um revendedor ou do fornecedor de hardware (servidor), as licenças costumam ser mais baratas.

Se precisar de mais serviços, o preço pode ser ainda mais baixo do que o do Windows Server 2003 R2, já que o Exchange e o SQL têm preços separados, mas oferecem ferramentas de gerenciamento avançadas e opcionais como clusterização, balanceamento de carga entre múltiplos servidores e administração de identidade.

Além disso, o Small Business Server exige menos do sistema, o que permite que você economize no hardware. Ele pode rodar em sistemas com apenas 512 MB de memória RAM (mas o recomendado é 1 GB), considerando que o Windows Server pode rodar até oito processadores.

Essa versão de sistema operacional tem gerenciamento muito simplificado, feito por assistentes que permitem que o administrador do sistema que não seja obrigatoriamente muito técnico para ser capaz de realizar a maior parte das tarefas do dia-a-dia com grande simplicidade, tais como criar usuários, caixas postais, pastas compartilhadas, etc.

No segundo semestre, a Microsoft atualizará o Small Business Server para incluir as versões mais novas de seus produtos como o Windows Server 2008 (lançado em fevereiro), Exchange 2007 e SQL Server 2008. Incluirá também virtualização e forte integração com o Vista, que possui recursos muitos interessantes para gerenciamento.

Se a empresa crescer, é possível contar com pacotes de transição da Microsoft para migrar do Small Business Server para o Windows Server.

Será lançado outro pacote para empresas médias, chamado Business Essential Server, que analogamente ao Small Business Server, terá capacidade para até 75 usuários, atenderá empresas que querem usufruir de um ambiente integrado e expansível até 250 usuários.

Mas, se a companhia não precisa dos serviços específicos disponibilizados pela família Windows Server, como o Exchange ou o suporte de banco de dados SQL, somente um servidor de arquivos simples, uma sugestão é comprar um servidor com Linux (ou o Apple XServer, se sua rede é híbrida).

Diversos vendedores de equipamentos, incluindo IBM, HP e Dell, oferecem esta plataforma operacional como alternativa OEM (incluída) ao Windows Server.

Alguns servidores Linux são gratuitos e open-source, mas recomenda-se comprar um produto que ofereça suporte para pequenas empresas, como o Sun Linux (baseado no SUSE); Open Workgroup Suite Small Business Edition, da Novell; Oracle Enterprise Linux; Red Hat Entreprise Linux; ou Xandros Server.

O empecilho de usar servidores Linux em uma rede Microsoft é que não é fácil rodar aplicativos do Windows nesse ambiente. Mas o usuário tem a opção de usar softwares equivalentes em Linux como o MySQL ou Postgrees (em vez do MS SQL Server) para acesso a banco de dados; o Scalix, que substitui parcialmente o Exchange, e o Samba para compartilhamento de arquivos.

opção por Linux (distribuição paga) é econômica no curto prazo, mas demanda conhecimento para gerenciamento (interna ou terceirizada). Por isso, não se esqueça de levar em consideração seus recursos humanos em TI antes de escolher um sistema operacional.

Alguns administradores de sistema podem sentir-se mais confortáveis com o ambiente Windows, enquanto usuários experientes podem achar o Linux mais fácil de administrar (isso sem falar na redução de custos).

Antes de colocar um novo sistema em uso, aproveite o treinamento e o suporte para administração que os vendedores geralmente oferecem e faça um orçamento preciso de quanto suporte de tecnologia vai precisar.

Para servidores de pequenas empresas, o software e o suporte consistem nas maiores despesas. O hardware costuma ser uma pequena parte do custo total.

Becky Waring

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Google quer mapear os oceanos

Depois do céu, da Terra, dos blogs e até dos formulários on-line, agora o Google quer mapear os oceanos. A informação é da CNET. Engenheiros do Googleplex estão discutindo como criar uma ferramenta que faça mapas em 3D dos mares. A idéia é catalogar as principais características topográficas dos oceanos, além de incluir dados que outros aplicativos e serviços já oferecem, como informações sobre ventos, clima, marés etc. O projeto está cotado para ser chamado de Google Ocean e ainda não tem data para ser lançado.

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Designdill Logo

Vem ae Designdill Logo, um novo serviço da Designdill identificando sua marca na Internet aguardem essa novidade.

Logo Designdill

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Registro de domínio

Um domínio consiste em um nome/endereço que faz referência a um IP ( Internet Protocol), que é uma sequência de números que identifica uma rede de computadores ou um computador na internet, e através dele, é possivel que outros computadoresse conectema ele e obtenham as informações armazenadas nele. Além de prover o acesso a um computador, o domínio também facilita a memorização do endereço, visto que seria muito dificil saber de cor várias sequências de IPs.

O registro de domínios no Brasil só pode ser feito através do www.registro.br, que é um órgãode propriedade da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), responsavel pelo registro e manutenção de domínios com extensão .br. Qualquer pessoa Fisica ou Jurídica que possua contato e registro (CPF ou CNPJ) em território nacional pode registrar um domínio.

Depois que um domínio é registrado, ele precisa ser vinculado a um servidor DNS, Caso você não tenha uma infra-instrutura própria para armazenar seu domínio e todo o seu conteúdo ligado a ele, como um servidor, por exemplo. Esse vinculo entre domínioe DNS é necessário para que o seu endereço torn-se ativo e acessivel na Internet.

A partir de um domínio registrado, também é possivel criar endereços de e-mail.Utilizando o endereço www.nomedapagina.com.br como exemplo, pode-se criar um e-mail como usuario@nomedapagina.com.br, em que usuário seria uma identificação dentro (@=at [RD1] em, pertencente a) do domínio nomedapagina.com.br e que teria uma área de armazenamento de mensagens eletrônicas, além da utilização dos protocolos de envio (SMTP) e recebimento (POP) para troca de mensagens.

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Arquivos em Flash na rede podem conter ameaças

Bonitinho, mas talvez ordinário. O Flash, responsável por divertidas animações na internet, pode ser uma grave ameaça. “Ele também é usado em sistemas de autenticação bancária”, entre outros recursos de segurança, lembrou Rich Cannings, engenheiro de segurança do Google, durante sua palestra na Conferência CanSecWest, no Canadá.

O problema é que, segundo Cannings, o tocador de multimídia é ultrapopular, “tem mais penetração que o Internet Explorer e o Firefox”. Isso o torna um terreno fértil para ser explorado por criminosos.

E uma falha, consertada há dois meses pela Adobe, responsável pelo programa, continua ainda viva em milhares de arquivos para o Flash espalhados pela internet, segundo Cannings. Criminosos virtuais podem explorar a vulnerabilidade para reencaminhar usuários para sites com conteúdo malicioso.

Para o usuário final, ele recomendou a atualização do software. A última versão, a 9, pode ser baixada gratuitamente no site www.adobe.com/products/flashplayer.

Vídeos

A todo momento tem um novo programa tocador de vídeo, os tipos de arquivo se multiplicam e pouca gente liga para a origem dos filmes baixados para os micros.

Essa mistura pode ser uma grande ameaça à segurança do seu computador, segundo Mark Dowd e John McDonald, ambos da IBM Internet Security Systems.

“A mídia está em todo lugar. Na pirataria da internet, no YouTube e aparecendo em equipamentos como o TiVo”, disse Dowd. “E pouca gente se preocupa em ser invadido enquanto assiste a um filme.”

Segundo os especialistas, os softwares e, principalmente, os codecs (programas que codificam e decodificam os arquivos de vídeo) aparecem a todo momento e possuem uma ampla superfície para a caça de falhas que podem sem exploradas por criminosos.

Ao usuário final, cabe a atenção na origem do conteúdo que vai ser baixado na máquina –muitos criminosos podem pegar uma carona de um suposto conteúdo pirata– e o cuidado com a atualização dos softs de visualização dos filmes.

GUSTAVO VILLAS BOAS

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Como conservar melhor as baterias de notebooks?

No Sua Dúvida desta semana vamos dar dicas de como conservar a bateria do seu notebook. Em primeiro lugar é importante saber que as baterias mais comuns em laptops atualmente são as de lítio-ion (LI-ION). Segundo Darci Polastre, gerente de vendas da Abitron Oth e especialista em computadores móveis, estas baterias se regulam automaticamente durante os três primeiros ciclos de uso. “Sendo assim, no início devem ser totalmente carregadas e descarregadas para garantir um bom funcionamento em toda sua vida útil por pelo menos três vezes”, explica.

Cada ciclo corresponde a uma carga e a uma descarga completa da bateria. “As baterias têm em média uma vida útil de 400 a 500 ciclos”, revela o especialista. O tempo de duração da carga pode variar entre duas e quatro horas, em função do gênero do produto e da atividade desempenhada na máquina. “Se o usuário estiver usando, por exemplo, um editor de texto como Word, a bateria dura mais do que se ele estiver assistindo a um DVD”, compara Polastre. Com o tempo de uso as baterias perdem a autonomia naturalmente.

Mas existem precauções que podem ser tomadas para que a bateria do seu notebook não morra antes da hora. Uma dela é fazer cargas e descargas sempre completas. “Antes de recarregar a bateria certifique-se de que ela foi totalmente descarregada”. E na hora de carregar também. “O carregamento deverá ser efetuado sempre até o medidor de energia acusar 100%”, orienta.

Porém, Polastre explica que cargas e descargas da bateria não precisam ser contínuas, você pode fazer pausas caso precise sair com a máquina neste período. “Se a recarga for contínua é melhor, mas hoje as baterias já não ficam viciadas devido ao efeito memória”. No caso da descarga também pode haver interrupções. “Você pode usar a máquina 10, 30 minutos desligar e depois religar”.

É permitido também que se use o laptop normalmente enquanto se recarrega a bateria. Mas, caso você tenha o hábito de usar o notebook ligado na tomada (tando no 220v quanto 110v) é importante retirar a bateria para que ela não perca sua vida útil. Outra recomendação importante é que não se deixe de usar a bateria do notebook por um mês ou mais. “O ideal é usá-la pelo menos uma vez por semana ou, no máximo, a cada 15 dias. Ela perde autonomia com o desuso”, justifica.

Quanto ao manuseio e armazenamento, deve-se evitar o lugares muito quentes e fechados tanto para a bateria, quanto para o equipamento como um todo. “Evite deixar o laptop em porta-malas, por exemplo. Se a temperatura passar de 50ºC pode ser arriscado para o aparelho”, finaliza.

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Ubuntu: um Linux sem segredos

O Ubuntu Linux foi considerado um dos melhores produtos do ano pela PC WORLD americana por dois anos consecutivos. Por quê? Ele é totalmente gratuito, se instala facilmente e tem como foco o conforto do usuário. Analisamos a versão (7.04) e constamos que possui poucas grandes novidades, mas se destaca no quesito facilidade de uso, especialmente para os iniciantes no mundo dos sistemas operacionais de código aberto. Quem quiser, pode baixar a versão mais recente do software, a 7.10 (conhecida por Gutsy Gibbon).

Quando você coloca o disco no drive, o CD de instalação não inicializa um programa de configuração, mas um ambiente completo de funcionalidades do Ubuntu. Essa é a oportunidade de se certificar de que o áudio, vídeo e rede estão OK, além de checar se os seus periféricos foram devidamente reconhecidos.

Ao clicar no ícone de instalação na área de trabalho, o usuário permite que o Ubuntu “encolha” sua partição Windows, para obter espaço para si. Um assistente de migração prepara a partição, reunindo suas configurações de browser e favoritos, documentos, arquivos de imagem e música, e até papéis de parede, copiando tudo para uma nova partição Linux.

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Aprenda os comandos básicos no Linux

  • Para quem nunca usou o Linux, o primeiro contato com o sistema de código-fonte aberto pode ser muito bom —nos últimos tempos, há cada vez mais interfaces gráficas amigáveis, parecidas com a do Windows, software mais popular nos computadores atuais.

Mas muita gente empaca quando precisa usar recursos que são executados por linhas de comando. Quem já teve um computador que inicializava com DOS ou teve que entrar no Prompt do Windows já se deparou com alguns deles e viu que dá para fazer maravilhas usando pequenas siglas. Basta saber que código usar —por isso, listamos abaixo os comandos básicos do Linux.

O Terminal, aplicativo que permite a execução de comandos, geralmente é acessado pelo menu aplicações (caso seu computador entre direto no modo gráfico). Quando você insere comandos, um programa chamado shell os interpreta e executa.

Dependendo de sua distribuição e de seu shell, a aparência da linha de comando pode ser diferente dos exemplos. Aqui usamos o Ubuntu Linux:

Ao iniciar o Terminal, aparecerá algo semelhante a:

  • designdill@designdill-desktop:~$ - antes do símbolo @ temos o nome do usuário e após o computador acessado e o diretório.

O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. $ significa usuário comum e # para usuário com acesso irrestrito, chamado usuário root. Você precisa entrar nele para deletar arquivos, instalar programas, configurar o sistema, manipular usuários e grupos e alterar a prioridades de processos, por exemplo. Estes sinais indicam qual usuário você deve utilizar para realizar tarefas.

Para acessar o root, você pode usar o comando su e o comando sudo.

  • su (de substitute user) - ao digitar este comando, o programa pede a senha do usuário root. Também é possível usar o comando para acessar outra conta, usando su [usuário]. Quando você usa esse comando, as configurações de usuário não são alteradas, para que toda a configuração do usuário root seja carregada, deve-se digitar o comando su -.
  • sudo - Com este comando é possível definir permissões de comandos para determinados usuários. Ele pode ser configurado para exigir a senha novamente depois de um determinado tempo, não exige o uso da senha do root e registra as atividades efetuadas. Para sair, tecle exit.
  • ls - lista os arquivos e diretórios da pasta atual. Com qualquer comando você pode dar –help para ver as opções, por exemplo: ls –help

Os atributos mais usado junto com ls são:

ls -l - mostra conteúdo detalhado (com bytes, permissões, diretório,…)

ls -a - mostra arquivos ocultos

O comando ls também pode ser usado para fazer buscas:

ls *.txt - o * busca todos os arquivos terminados em .txt

ls manual?.txt - o ponto de interrogação substitui o caractere, ele pode encontrar manual1, manual2, etc.

ls manual[3-7].txt - busca os arquivos com finais entre 3 e 7

ls -alsh | grep [mp3] | grep [alanis] - com este atributo você busca por arquivos que tenham no nome mp3 e alanis

ls -alsh | grep [mp3] | grep [alanis] | grep -v [king] - agora vamos procurar um arquivo que tenha mp3 e alanis mas que não tenha king

  • cd - comando para acessar diretórios, você deve inserir o comando e depois o nome do diretório: cd [diretório]. Para voltar ao diretório acima: cd ../ dois diretórios: cd ../../. Ir para o diretório home do usuário: cd ~. Voltar para o diretório anterior: cd -
  • chmod - muda permissão de arquivos e diretórios. Ao listar as informações de um arquivo ou diretório, as permissões aparecem da seguinte forma: drwxrwxrwx. Onde o d é o diretório, depois vêm as permissões do dono (read, write, execute), do grupo (read, write, execute) e de outros (read, write, execute). Para tornar um arquivo executável basta dar o comando chmod +x [arquivo] (para todos os usuários) ou chmod [grupo]+x
  • cp - copia arquivos Ex. cp [arquivo] [diretório]
  • du - mostra tamanho dos arquivos/pastas no mesmo nivel ou um acima do atual
  • mkdir - cria diretório

mv - move ou remomeia arquivos Ex. mv [arquivo] [diretório de destino] ou [nome do arquivo] [nome novo]. Você precisa estar no diretório de origem.

  • rm - remove arquivos. Você pode colocar vários arquivos um ao lado do outro para excluí-los ao mesmo tempo. Ex: rm [arquivo 1] [arquivo 2]. Para excluir diretórios com todo seu conteúdo use: rm -rf [diretório]
  • rmdir - apaga diretórios vazios. Ex. rmdir [diretório]
  • pwd - mostra o diretório em que você está
  • df - mostra o espaço usado, livre e a capacidade das partições do HD em bytes. Use df -h para ver em MB.
  • locate - busca em todo o computador
  • find - encontra arquivos
  • ps - relata os processos em execução
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Google Earth estréia serviço com visualização da Disney

Ficou mais fácil, rápido e prático ir ao Disney World. O Google Earth, programa que mostra mapas produzidos a partir de imagens via satélite, conta com um software que permite fazer um passeio virtual pelo parque de diversões, localizado na Flórida (EUA).

O Walt Disney World Resort em 3D (www.disneyworld.com/3dparks) oferece quatro parques temáticos –Magic Kingdom, Epcot Center, Animal Kingdom e Hollywood Studios– e cerca de 20 hotéis e resorts localizados nas cercanias da Disney, segundo o blog oficial do Google (googleblog.blogspot.com).

A idéia para o programa surgiu quando Jay Rasulo, presidente dos parques e resorts da Walt Disney, encontrou Eric Schmidt, presidente do Google, para falar sobre como a companhia de entretenimento deveria investir em tecnologia.

“Começamos a explorar maneiras inovadoras para levar nosso destino mágico aos milhões de usuários do Google Earth. Com um clique, eles podem visitar o lugar onde os sonhos se tornam verdade.”

Os mapas em 3D têm como objetivo facilitar a vida de quem quer visitar o parque –segundo o Search Engine Watch, cerca de 90% dos visitantes planejam o passeio pela internet.

Para acessar os parques, instale a última versão do Google Earth, em inglês (earth.google.com). Em seguida, digite “Disney World” no campo de buscas, ative a camada 3D e comece a navegar.

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